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A Guerra das Letras

omnipresença

Puseram-nos vícios na carne e vendas nos olhos

a morte é omnipresente. Aqueles ciprestes

dão sombra e sossego melhores que eu, choram

todas os silêncios dos homens. Seguirei

 

como querendo dobrar palavras amarrotadas

os passos incertos de poemas que gritam

nos corações fechados dos homens e mulheres

nas crianças que despertarão a meio da noite

 

recuso-me dormir mais. Eis tudo, a insónia

é uma amiga minha antiga que se sentava

no parapeito da janela da minha infância

 

cantava-me fábulas antigas e contos obscuros

sombras esparsas, e céus purpurinos

porque no meu peito habitava a curiosidade

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